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Archive for julho \26\UTC 2011

Quasar tem o maior depósito de água do Universo

A água, o equivalente a 140 trilhões de vezes toda a água dos oceanos da Terra, está ao redor de um enorme buraco negro.

Duas equipes de astrônomos descobriram o maior e mais distante reservatório de água já detectado no universo.

A água, o equivalente a 140 trilhões de vezes toda a água dos oceanos da Terra, está ao redor de um enorme buraco negro do tipo quasar, a mais de 12 bilhões de anos-luz de distância.

“O ambiente em torno deste quasar é único na medida que está produzindo essa enorme massa de água”, disse Matt Bradford, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. “É mais uma demonstração de que a água está presente em todo o universo, mesmo nos tempos mais antigos.”

Quasar  – Um quasar é alimentado por um enorme buraco negro que consome de forma constante um disco de gás e poeira ao seu redor. Conforme consome essa matéria, o quasar expele grandes quantidades de energia.

Os dois grupos de astrônomos estudaram um quasar chamado APM 08279+5255, que abriga um buraco negro 20 bilhões de vezes mais maciço do que o Sol e produz uma quantidade de energia equivalente a mil trilhões de sóis.

Os astrônomos já esperavam que o vapor de água estivesse presente no universo primordial, mas nunca tinham detectado essa água tão longe antes. Há vapor de água na Via Láctea, embora a quantidade total seja 4.000 vezes menor do que no quasar agora estudado, porque a maioria da água da Via Láctea está na forma de gelo.

O vapor de água é importante para revelar a natureza do quasar. Neste quasar em particular, o vapor de água está distribuído ao redor do buraco negro em uma região gasosa que abrange centenas de anos-luz de tamanho.

Sua presença indica que o quasar está inundando o gás ao seu redor com raios-X e radiação infravermelha, e que o gás é extremamente quente e denso mesmo para os padrões astronômicos.

Ainda que “quente e denso” seja algo muito relativo: o gás está a -53 grau Celsius e é 300 trilhões de vezes menos denso do que a atmosfera da Terra.

Apesar disso, ele é cinco vezes mais quente entre 1 e 10 vezes mais denso do que o gás típico de galáxias como a Via Láctea.

Medições do vapor de água e de outras moléculas, como o monóxido de carbono, sugerem que há gás suficiente para alimentar o buraco negro até que ele cresça até seis vezes seu tamanho atual.

Se isso vai ou não acontecer não está claro, afirmam os astrônomos, uma vez que parte do gás pode acabar condensando-se em estrelas, ou pode ser expulso do quasar.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=maior-deposito-agua-do-universo&id=010175110724&ebol=sim

2011 07 26

 

 

Metade do calor da Terra vem do decaimento radioativo

Decaimento radioativo ou desintegração radioactiva é a desintegração de um núcleo através da emissão de energia em forma de radiação. A radiação é um tipo de emissão de energia que pode se propagar por meio de partículas (radiação corpuscular) ou por meio de ondas eletromagnéticas (radiação eletromagnética).

Se o núcleo de um determinado nuclídeo se encontrar numa situação de instabilidade, seja por ter um excesso de protóns ou de Nêutrons, ou excesso de ambos, tende a transformar-se em um outro nuclídeomais estável.

A este processo de transformação nuclear em que é alterada a proporção entre prótons e nêutrons dá-se o nome de desintegração radioativa.

Devido às desintegrações que vão acontecendo ao longo do tempo, o número de núcleos instáveis contidos numa fonte radioativa vai diminuindo.

Cerca de 50% do calor liberado pela Terra é gerado pelo decaimento radioativo de elementos como o urânio e o tório.

Esta é a conclusão de uma equipe internacional de cientistas que usou o detector KamLand, no Japão, para medir o fluxo de antineutrino emanados do interior da Terra.

A cadeia de decaimento dos elementos radioativos libera também antineutrinos do elétron, que atravessam facilmente a Terra, podendo ser detectados próximo à superfície.

Em 2005, cientistas do KamLand anunciaram a detecção de 22 desses geoneutrinos. Ano passado, um grupo do experimento Borexino, na Itália, detectou 10 deles. Agora, a equipe do KamLand contou 111 dessas minúsculas partículas sem massa.

Os resultados combinados permitiram que o grupo calculasse que o fluxo de calor emanado do centro da Terra, fruto do decaimento radioativo, é de 20 TeraWatts (TW), com uma incerteza de 8 TW.

“Uma coisa que podemos dizer quase com certeza é que o decaimento radioativo sozinho não é suficiente para explicar todo o calor da Terra,” explica Stuart Freedman, colaborador do KamLand. “Se o resto é calor primordial ou se vem de outra fonte é uma questão ainda sem resposta.”

Os geofísicos calculam que o calor flui do interior da Terra para o espaço a uma taxa de 44 x 1012 Watts (TW). Mas ainda não estava claro quanto desse calor é fruto do decaimento radioativo e quanto dele é um resquício do calor primordial, gerado na formação do planeta.

Os novos resultados indicam que 20 TW são gerados pelo decaimento radioativo – 8 TW da cadeia de decaimento do urânio-238; 8 TW do tório-232 e 4 TW do potássio-40.

O detector KamLand é uma gigantesca esfera contendo 1.000 toneladas de óleo mineral, localizado nas profundezas de uma mina subterrânea no Japão.

O detector KamLand (Kamioka Liquid Scintillator Antineutrino Detector) é uma gigantesca esfera contendo 1.000 toneladas de óleo mineral, localizado nas profundezas de uma mina subterrânea no Japão, para que a camada de rochas o proteja dos raios cósmicos.

O material do interior do balão é monitorado constantemente por 1.800 tubos fotomultiplicadores.

Quanto um antineutrino atinge um próton no óleo gera-se um nêutron e um pósitron (um anti-elétron). O pósitron move-se uma pequena distância dentro do óleo, ionizando suas moléculas, o que causa a liberação de um flash de luz.

O pósitron então se choca com um elétron, aniquilando ambos com a emissão de dois fótons de raios gama.

O papel dos tubos fotomultiplicadores é detectar essas emissões de luz. A energia do antineutrino pode ser calculada a partir da intensidade do brilho liberado no processo.

Alguns milissegundos depois, o nêutron gerado na chegada do antineutrino é capturado por um próton, formando um deutério, o que também causa a emissão de um raio gama, igualmente detectado pelos fotomultiplicadores.

Identificando os dois sinais coletados pelos fotomultiplicadores, os cientistas observam suas separações no tempo, para identificar o que foi originado pelos extremamente raros antineutrinos e o que é resultado da “radiação de fundo”.

Fonte: Internet; http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=decaimento-radioativo-calor-da-terra&id=010125110726&ebol=sim

2011 07 26

Bateria de lítio transparente

Os cientistas usaram o máximo de materiais transparentes que é possível e miniaturizaram o que ainda é opaco o suficiente para enganar os olhos humanos. (.inovacaotecnologica)

O Dr. Yi Cui e seus colegas da Universidade de Stanford  usaram o máximo de materiais transparentes que é possível e miniaturizaram o que ainda é opaco o suficiente para enganar os olhos humanos.

“Se alguma coisa é menor do que 50 micrômetros, seus olhos a verão como algo transparente,” diz Yuan Yang, que foi quem colocou a mão na massa para construir a bateria.

O olho de uma pessoa “normal” tem uma resolução suficiente para enxergar objetos entre 50 e 100 micrômetros.

Em vez dos eletrodos tradicionais, que são opacos, Yang e Cui construíram um eletrodo com uma malha na qual cada fio tem aproximadamente 35 micrômetros de largura.

A luz consegue passar através dos buracos da malha. E, como o olho humano não consegue ver os próprios fios, toda a bateria parece ser transparente.

A estrutura da bateria usa um polímero transparente, o polidimetilsiloxano, usado na fabricação de lentes de contato e de circuitos eletrônicos flexíveis.

Primeiro os cientistas criaram as trilhas de 35 micrômetros em uma folha do polímero transparente, sobre o qual é depositado um filme metálico por evaporação, criando uma camada condutora.

Essa camada condutora é fina o suficiente para não se tornar opaca.

A seguir, uma solução contendo nanopartículas do material que armazena energia – à base de lítio – é depositada para preencher as trilhas, formando a malha.

Faltava ainda o separador entre os eletrodos. Os pesquisadores substituíram os separados tradicionais, que não são transparentes, por um eletrólito em gel que funciona tanto como eletrólito quanto como separador.

Colocando-se com precisão uma camada de eletrólito entre duas camadas com os eletrodos cria-se uma bateria, que pode ainda ser construída em várias camadas, para aumentar a capacidade de carga.

A precisão na montagem é crucial, uma vez que as trilhas de 35 micrômetros das diversas camadas devem se sobrepor perfeitamente, sob pena de perder-se a “pseudo-transparência” – com três camadas, os pesquisadores conseguiram uma transparência de 60%.

A transparência também tem seu custo: a bateria tem apenas metade da densidade de carga de uma bateria de lítio convencional, ficando próximo às baterias de níquel-cádmio.

Como há um potencial real de comercialização, os pesquisadores patentearam o projeto da bateria transparente e, agora, vão trabalhar na melhoria de sua densidade de energia.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-litio-transparente&id=010115110726&ebol=sim

2011 07 26

 

Fótons não ultrapassam velocidade da luz

Uma equipe de físicos da Universidade de Hong Kong afirma ter conseguido uma medição direta do precursor óptico de um único fóton, demonstrando que fótons individuais não podem viajar mais rápido do que a luz no vácuo.

O estudo reafirma a teoria de Einstein de que nada viaja mais rápido do que a velocidade máxima da luz e fecha um debate de uma década sobre a velocidade de um fóton individual.

Para Einstein, nada pode viajar mais rápido do que a velocidade máxima da luz.

Mas esta é a primeira demonstração experimental de que os chamados precursores ópticos – uma espécie de parte frontal da onda de luz, sua porção que viaja mais rapidamente – existem ao nível dos fótons individuais e que eles são, como se previa, a parte mais rápida do pacote de onda, mesmo em um meio superluminal.

Ou seja, se há alguém que realmente atinge a famosa velocidade máxima c – de 299.792.458 m/s – esse alguém é o precursor óptico.

“Os resultados ampliam nosso entendimento de como um fóton individual se move. Eles também confirmam o limite máximo de velocidade que uma informação pode ser transportada com luz,” afirmou Shengwang Du, coordenador do estudo.

“Ao mostrar que os fótons individuais não podem viajar mais rápido do que a velocidade da luz, nossos resultados encerram o debate sobre a verdadeira velocidade da informação transportada por um único fóton. Nossas conclusões também poderão dar aos cientistas um quadro melhor sobre a transmissão da informação quântica,” completou.

Quanto a “encerrar o debate”, talvez seja melhor um pouco de prudência, uma vez que o experimento contém muitos pressupostos que podem ser discutidos. Para se ter uma ideia, em 2010, um grupo de pesquisadores alemães fez um experimento diferente e chegou à conclusão oposta.

Há cerca de 10 anos, a descoberta de uma propagação superluminal – acima da velocidade da luz – causou sensação ao levantar a possibilidade da viagem no tempo. Mas só até que a diferença entre a velocidade de fase e a velocidade de grupo fosse devidamente explicada.

O que ocorre é que a propagação daqueles pulsos ópticos em alguns meios específicos era apenas um efeito visual – a velocidade superluminal de um grupo de fótons não poderia ser usada para transmitir qualquer informação real.

As esperanças foram então para os fótons individuais, porque a partícula quântica fóton parece poder viajar mais rápido do que o limite da velocidade da luz no mundo clássico.

Foi isto o que o Dr. Shengwang Du quis checar, medindo a velocidade máxima de um fóton individual.

Sua conclusão é que os fótons individuais obedecem às regras de trânsito da relatividade, confirmando a causalidade de Einstein, ou seja, que um efeito não pode ocorrer antes de sua causa – e isto joga por terra a possibilidade teórica da viagem no tempo que havia sido levantada com base na velocidade superluminal.

Isto não significa, porém, que o experimento “provou que a viagem no tempo é impossível” – ele demonstra que não é possível viajar no tempo superando o limite de velocidade do universo com uma nave para fazer o tempo encolher.

É verdade que esta seria a forma “mais fácil” de viajar no tempo – ao menos para fótons.

Mas ainda restam esperanças para os visionários e curiosos sobre o passado e o futuro.

A teoria da relatividade continua aceitando a possibilidade de uma dobradura no contínuo do espaço-tempo para chegar aonde você já esteve antes – bastará ter uma massa suficiente, e controlável, para fazer isso.

Algo bastante difícil, mas tampouco seria fácil entrar em uma nave do tamanho de um fóton.

Há também sugestões menos ortodoxas, baseadas na Teoria M, mas testáveis experimentalmente.

A pesquisa abre outra possibilidade interessante: como o fóton individual é considerado como uma entidade que tem uma porção frontal – o precursor óptico – que viaja mais rápido, isso significa que ele possui uma dimensão não-zero.

Assim, embora você não possa voltar no tempo, pode ser possível criar um hiato entre a causa e o efeito, modulando o comprimento do fóton como um todo.

Se você abstrair das incrivelmente pequenas frações de tempo envolvidas, será possível ver “causas” que parecem não gerar efeitos, e “efeitos” que aparentemente saem do nada, quando todos já se esqueceram da sua “causa”.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=viagem-tempo-fotons-velocidade-luz&id=010130110726&ebol=sim

2011 07 26

 

KDE vs GNOME: Disputa pelo termo ‘System Settings’

Imagem: internet

Ben Cooksley, o mantenedor do System Settings do KDE pediu formalmente ao pessoal do GNOME que deixem de usar esse nome, exigindo que troquem o nome do configurador do GNOME para outra coisa que não entre em conflito. E pediu isso “imediatamente”, em tom ameaçador.

A discussão está em kde-core-devel (http://lists.kde.org/?l=kde-core-devel&m=131132292207915&w=2) mas foi postada também no veículo GNOME em http://mail.gnome.org/archives/desktop-devel-list/2011-July/msg00021.html).

Nas versões recentes, especialmente com o GNOME 3, o painel de controle em inglês leva o nome “System Settings”, termo que já era usado pelo KDE.

O ponto de vista apresentado na lista até pode ter razão, uma vez que isso pode causar problemas para os usuários em ambientes com KDE e GNOME instalados: a entrada do menu igual para os dois. Alguns empacotadores de distros ou admnistradores de sistemas poderiam bloquear o item do menu do KDE 4 onde o GNOME fosse o padrão, impedindo – ou dificultando – que muitos usuários alterassem as configurações de aplicativos do KDE.

A discussão continua rolando em busca de alguma solução pacífica. Diferente dos casos de grandes empresas, pelo menos essa não deve acabar num tribunal. A abordagem da mensagem inicial é que prejudicou o começo da discussão, algo raro no mundo do SL vindo dos representantes oficiais dos projetos.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-07/gnome-kde-system-settings.html e Internet, http://lists.kde.org/?l=kde-core-devel&m=131132292207915&w=2, http://mail.gnome.org/archives/desktop-devel-list/2011-July/msg00021.html

2011 07 26

 

Acelerador acha partícula parente do nêutron

Acelerador de partículas dso Estados Unidos detecta parente do nêutron previsto por cientistas, mas nunca antes observado.

Em um anúncio feito hoje pelo físico Pat Lukens, do Laboratório Nacional Fermi, foi confirmada a observação da particular chamada Xi-sub-b.

Detector CDF, de 6 mil toneladas, usado para comprovar a existência da partícula.

Sua existência havia sido prevista no Modelo Padrão da física, porém ela nunca havia sido detectada devido à dificuldade envolvida no processo: ela é rara e produzida somente em colisões de grande energia, envolvendo outras partículas maiores. Além disso, viaja apenas uma fração de milímetro antes de decair.

Para se ter uma ideia, o Tevatron, do Fermi, o segundo maior acelerador de partículas do mundo, realizou 500 trilhões de colisões próton-antipróton para obter 25 resultados que pudessem ser avaliados e confirmassem a observação.

A partícula Xi-sub-b é neutra, formada por três quarks: um “strange”, um “up” e um “down”.  Ela é cerca de seis vezes mais pesada do que um próton ou nêutron.

Os quarks são as chamadas partículas elementares- o que significa que não podem ser divididos. Para por em perspectiva, vale lembrar que os átomos são formados por partículas pesadas como prótons e nêutrons. Essas partículas recebem o nome de hádrons e, por sua vez, são formadas por diferentes combinações de quarks. Existem seis tipos de quarks e são eles que determinam a carga de uma partícula (positiva, negativa, ou neutra).

Há os “ups”  (de carga +2/3), os “downs” (carga -1/3), “charmed” (carga +2/3), “strange” (-1/3), “top” (+2/3) e “bottom” (-1/3). O próton, por exemplo, possui dois quarks “up” e um “down”. Sua carga é, portanto, +1. Por essa mesma conta, a Xi-sub-b (um “strange”, um “up” e um “down”) é neutra.

Medir as propriedades dessas partículas é  uma forma de testar e aprimorar o Modelo Padrão. É também uma importante descoberta para o FermiLab, que luta para tentar manter seu acelerador Tevatron funcionando.

Fonte: infoabril

2011 07 22

Atlantis retorna e encerra programa da NASA

O ônibus espacial Atlantis voltou para casa nesta quinta-feira (22/07/2011), atravessando um céu iluminado pela lua para completar uma missão de 13 dias na Estação Espacial Internacional e encerrar uma odisseia de 30 anos para o programa de ônibus espaciais da Nasa.

O comandante Chris Ferguson pilotou suavemente a nave espacial de 100 toneladas às alturas, e então mergulhou de frente rumo à faixa de pouso rodeada por pântanos no Centro Espacial Kennedy, alguns quilômetros do local onde o Atlantis será exposto como uma peça de museu.

Explosões sônicas abalaram o silêncio da madrugada ao redor do centro espacial, a última vez que os moradores irão ouvir o som de uma nave voltando para casa.

Ferguson conduziu o Atlantis para a pista de pouso às 5h57 (6h57, horário de Brasília), encerrando uma jornada de 8,4 milhões de quilômetros e fechando um capítulo na história de voos espaciais humanos.

“Missão completa, Houston”, disse Ferguson via rádio ao Controle da Missão.

O astronauta Barry Wilmore, do posto de controle, respondeu: “Usaremos essa oportunidade para parabenizá-lo Atlantis, e os milhares de indivíduos apaixonados de toda essa grande nação que realmente deram força à essa incrível nave espacial, que durante três décadas inspirou milhões pelo mundo.”

O retorno do Atlantis de sua 135a missão encerrou o programa de 30 anos, e apesar de as missões aparentarem ser de rotina, dois acidentes fatais mataram 14 astronautas e destruíram duas das cinco naves espaciais da Nasa durante esse período.

Fonte: internet

2011 07 22