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Archive for outubro \15\UTC 2010

Lançado Parted Magic 5.6, com driver Nouveau e Systester

Foi lançado o Parted Magic 5.6, com algumas adições e melhorias. Como muitos sabem, é uma distro pequena voltada a tarefas de manutenção e recuperação de dados, além da formatação de HDs, que pode ser mais prática para uso em alguns ambientes do que um sistema liveCD mais completo.

Essa versão inclui o driver Nouveau, permitindo escolhe-lo na opção Fail Safe durante o boot. Outro programa adicionado foi o Systester, ferramenta de análise do sistema e testes extensos de memória e CPU.

Agora o sistema conta com a senha de root “partedmagic”, facilitando o uso por SSH, sendo melhor do que se estivesse sem senha.

Entre os outros pacotes atualizados, estão: linux-2.6.35.7, gparted-0.6.4, gdisk-0.6.11, hdparm-9.33, stress-1.0.4, unetbootin-490, ntfs-3g-2010.10.2, busybox-1.17.3, e udev-163.

A imagem ISO tem apenas 134 MB, não fugindo muito do habitual.

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-10/partedmagic.html

15/10/2010

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Guia do Ubuntu (atualizado e completo)

O Guia do Hardware (http://www.guiadohardware.net) disponibilizou em 14/10/2010 o  Guia do Ubuntu (atualizado e completo), com todas as três parte.

Trata-se de excelente material, o qual considero servir texto balizar para pesquisas e aprendizado.

O Ubuntu, por outro lado, segue uma lógica completamente diferente, tomando decisões por você sempre que possível, mostrando apenas as opções mais comuns e escondendo a complexidade do sistema. Isso faz com que ele seja usado por um volume muito maior de usuários, uma vez que oferece respostas para dificuldades comuns, como instalar o sistema, configurar a rede wireless, acessar arquivos em uma câmera ou em um pendrive, e assim por diante.

Veja aqui o “Guia”

Fonte: http://www.guiadohardware.net

15/10/2010

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Lançado Ubuntu 10.10

dia 10/10/10, foi lançado o Ubuntu 10.10, nova atualização da distro mais popular para usuários comuns. Várias melhorias foram aplicadas no sistema como um todo, mas a essência continua a mesma: fornecer um sistema prático para qualquer um usar sem se preocupar em saber como as coisas funcionam por trás das interfaces. E agora o Ubuntu 10.10 está ainda mais prático, a começar pela instalação.

O instalador foi redesenhado, mostrando slides mais informativos para o usuário. As etapas de instalação continuam fáceis de entender, e agora há um extra muito bem vindo para os novatos: a possibilidade de instalar o Fluendo MP3 junto com o sistema, apenas marcando um item no instalador, sem se preocupar em adicionar repositórios ou correr atrás de soluções desesperadas para tocar as músicas mais comuns (embora possa ser necessária alguma pesquisa para os leigos quanto aos outros formatos de arquivos).

Isso serve também para outros tipos de softwares proprietários, como o Flash Player e alguns drivers. Distros não mantidas por empresas, como o Mint ou o antigo Kurumin normalmente não se preocupam com a questão de patentes e incluem por padrão esses softwares, mas a inclusão deles em distros grandes é complicada. A Canonical conseguiu melhorar essa situação, ao mesmo tempo, sem infringir direitos de terceiros, por meio de acordos. Apesar disso o Ubuntu continua gratuito, e pelo que parece nunca será pago, afinal a gratuidade é um dos princípios dele. Quase sempre as distros grandes mantidas por empresas que oferecem diretamente (ou facilitam) codecs e outros “extras” cobram alguma quantia do usuário, funcionando quase como um shareware – apesar de ser possível “piratear” os codecs com pacotes de terceiros, já que as maiores restrições citadas na mídia são nos EUA.

O novo instalador se oferece para baixar atualizações antes de colocar o sistema no HD, o que pode ser bom ou ruim. Daqui algumas semanas ou meses é de se imaginar que o volume de dados transferidos seja significante, a ponto de ser recomendável desmarcar este item na instalação se você quiser algo rápido.

A central de software teve o visual melhorado, incluindo divisão em categorias como “Destaque” e “O que há de novo”. Ela agora tem um histórico das ações realizadas.

A aparência foi levemente alterada, porém com uma mudança que vai fazer parte constante do dia-a-dia dos usuários: a nova família de fontes do Ubuntu torna a visualização dos textos bastante agradável. Escolher uma fonte não é algo simples, já que deve ser algo “neutro” e que sirva para todos. Aparentemente a fonte do Ubuntu cumpre bem esse papel, sem perder o toque de modernidade e elegância.

Além da fonte, os botões das janelas do tema padrão também foram redesenhados, ficando mais fácil de identificá-los com base no que se vê pelos outros sistemas (um tracinho para minimizar e um quadrinho para maximizar). Assim como na versão 10.04, a posição deles foi mantida à esquerda no tema padrão.

Ainda em termos de visual, a cor da seleção “laranja” está mais forte, contrastando melhor com o tema escuro.

O Gnome foi atualizado para a versão 2.32, incluindo a API de configurações com o dconf. O Evolution 2.30 é mais rápido do que a versão que vinha no 10.04 LTS. O Shotwell fica no lugar do F-Spot como gerenciador de fotos. O Gwibber foi atualizado para suportar a alteração recente no sistema de autenticação do Twitter, e também teve melhorias de desempenho. Há mais integração entre o desktop e o Nautilus com o serviço de armazenamento na internet Ubuntu One. O indicador de som na barra de tarefas facilita navegar nas músicas do Rhythmbox sem precisar alternar para a janela do programa. Além desses vários outros programas receberam alguma atenção especial, tendo melhorias aqui e ali.

Além do tradicional Ubuntu com Gnome, foram publicadas também as versões Netbook, Kubuntu, Edubuntu, Xubuntu e o alternativo Lubuntu, com LXDE (ambiente leve).

O download pode ser feito clicando aqui.

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-10/ubuntu1010-1.html

Números Binários e Base Hexadecimal

 

Lógica Binária

 

Números Binários

Na natureza, todo tipo de informação pode assumir qualquer valor compreendido em um intervalo de — ¥ a + ¥. Você consegue distinguir, por exemplo, uma cor vermelha que esteja um pouco mais clara de outro tom de vermelho. Consegue distinguir um som mais alto do que outro. Consegue perceber quanto um ambiente está mais claro do que outro. Todo esse tipo de informação é conhecido como informação analógica.

A construção de circuitos eletrônicos teoricamente deveria seguir os mesmos moldes da natureza a fim de se tornar o mais real possível. No entanto, na hora da construção de circuitos eletrônicos para o processamento de informações, a utilização de informações analógicas tornou-se um grande problema. Para você ter uma idéia, imagine um determinado circuito eletrônico comunicando-se com outro a uma certa distância. Vamos dizer que os dois dispositivos permitam informações analógicas. Se um dispositivo enviar um determinado valor e, durante o percurso, houver um problema qualquer (em especial, interferências eletromagnéticas), tal informação chegará alterada. O grande problema, no entanto, estará no fato de que o dispositivo receptor não terá meios de verificar se a informação era verdadeira ou não. Como aceita qualquer valor, se, em vez de “70”, chegar o valor “71”, o dispositivo terá de aceitá-lo como verdadeiro. Dessa forma, nenhum dispositivo eletrônico conseguiria funcionar corretamente.

Vamos usar o exemplo de uma música gravada em uma fita cassete comum. Após, digamos, cinco anos, a mesma música ficou com um som mais “abafado”, além de “chiados” e “estalos”; enfim, ruídos. Por quê? Como o gravador registrou a informação da música na fita cassete de maneira analógica, todo e qualquer ruído do meio irá interferir no resultado final, pois, na hora de reproduzir a música, o gravador simplesmente achou que os ruídos fizessem parte dela! Isso porque, como a informação foi gravada analogicamente, poderia assumir qualquer valor, inclusive o valor “ruído”.

Dispositivos eletrônicos para o processamento de informações trabalham com um outro sistema numérico: o sistema binário. No sistema binário, ao contrário do sistema decimal, só há dois algarismos: “0” e “1”. No entanto, há uma grande vantagem: qualquer valor diferente desses será completamente desprezado pelo circuito eletrônico, gerando confiabilidade e funcionalidade. Como o sistema binário representa o estado de um dedo recolhido na mão (0) ou esticado (1), por vezes o chamamos de sistema digital. Cada algarismo binário (um “0” ou um “1”) é chamado de bit (contração de binary digit).

Vamos usar agora o exemplo da mesma música gravada em uma fita DAT (Digital Audio Tape, que é uma fita cassete que grava informações de maneira digital e não analógica como as fitas cassetes convencionais) no mesmo dia em que a outra e vamos supor que aquela tivesse sofrido o mesmo tipo de influência do meio. Logo estaria, como a outra analógica, cheia de interferências em sua camada magnética, representada para nós sob forma de ruído. No entanto, há uma diferença: por ter sido gravada sob a forma de informações digitais, a música está codificada sob a forma de vários “0”s e “1”s. Logo, qualquer outro valor diferente de “0” ou “1” será simplesmente ignorado pelo gravador reprodutor! Principalmente o valor “ruído”! Por isso dizemos que sistemas digitais são mais confiáveis e mais puros.

Outra vantagem do sistema digital sobre o analógico é que as informações são gravadas em forma de números. Por exemplo, em uma fita DAT ou em um CD, o que há gravado não são músicas ou sons, mas sim números (veremos isso melhor no Capítulo 22). Com isso, há como usarmos mecanismos de correção de erros a fim de verificar a integridade dos dados, como explicaremos melhor no tópico Transmissão de Dados, mais adiante.

Matematicamente, escrevemos um número em função da potência de sua base, mesmo que isso pareça transparente para nós, que estamos acostumados a trabalhar, no dia a dia, com a base decimal. Para um número decimal de quatro algarismos, por exemplo, cada algarismo tem os seguintes “pesos”:

103 102 101 100

Por exemplo:

–       10: 1×101 + 0x100

–       100: 1×102 + 0x101 + 0x100

–      1.000: 1×103 + 0X102 + 0x101 + 0x100

–       123: 1×102 + 2×101 + 3×100

–       4.345: 4×103 + 3x 102 + 4×101 + 5×100

Compreendendo esse “desmembramento” dos números em base decimal, é facílimo entender os números binários. Cada casa binária terá um “peso” individual, sempre relativo à potência de 2 — já que estamos trabalhando com a base 2. Para um número binário de oito algarismos (8 bits), cada algarismo tem os seguintes “pesos”:

27 26 25 24 23 22 21 20

Por exemplo:

–       0: 0x20

–       1: 1×20

–       110: 1×22 + 1×21 + 0x20 (eqüivalendo a 6 em decimal)

–       10111: 1×24 + 0x23 + 1×22 + 1×21 + 1×20 (eqüivalendo a 23 em decimal)

Conjuntos de algarismos binários (bits) formam palavras binárias que representarão números máximos bastante definidos — e relativamente pequenos. Obviamente, cada casa binária só poderá ser preenchida com dois algarismos (0 ou 1), enquanto cada casa decimal pode ser preenchida com dez algarismos (de 0 a 9). Vamos ao exemplo de um número hipotético de quatro casas decimais. Esse número poderá ter qualquer valor de 0000 a 9999, logo poderá assumir 10.000 valores diferentes — ou seja, poderá ter 10.000 variações (ou 104 variações) — isto é, o valor da base numérica (10) elevado ao número de casas numéricas (4). Comparativamente, um número hipotético também de quatro casas — porém, agora, binárias — poderá ter qualquer valor entre 0000 e 1111, ou seja, 24 variações, ou 16 valores diferentes. É fácil, portanto, observar que estaremos muito mais limitados utilizando a base binária do que a decimal, a que estamos tão acostumados.

Palavras binárias recebem nomes especiais conforme a quantidade de bits utilizada pelas mesmas, representando uma variação de números bastante definida:

–       Nibble: 4 bits (24 = 16 variações)

–       Byte: 8 bits (28 = 256 variações)

–       Word: 16 bits (216 = 65.536 variações)

–       Double Word = 32 bits (232 = 4.294.967.296 variações)

–       Quad Word = 64 bits (264 = 18.446.744.073.709.551.616 variações)

Como você deve ter observado, cada palavra destas está presa a um número predeterminado de bits, logo o número máximo que podemos expressar utilizando cada uma delas é limitado: com um nibble só podemos representar 16 números (24); com um byte, somente 256 (28); com uma word, somente 65.536 (216) ; e assim sucessivamente.

Dessa forma, também temos números “inteiros” em binário, só que, como estamos trabalhando em base 2, e não em base 10, esses números, parecem ser “quebrados” quando representados em decimal. Por exemplo, 8.192 é um número inteiro em binário, pois representa 213. Da mesma forma, 131.072 é considerado um número inteiro, pois representa 217.

O sufixo K (kilo-), que, em decimal, representa 1.000 vezes (como em Km e Kg), em binário representa 210 vezes (1.024). Logo, 1 Kbyte representa 1.024 bytes, 2 Kbytes representam 2.048 bytes e assim sucessivamente. Do mesmo modo, o sufixo M (mega-) representa 220 vezes (1.048.576) e o sufixo G (giga-) representa 230 vezes (1.073.741.824), diferenciando-se completamente da representação decimal.

Sufixo Quantidade
Kilo (K) 210 = 1.024
Mega (M) 220 = 1.048.576
Giga (G) 230 = 1.073.741.824
Tera (T) 240 = 1.099.511.627.776
Peta (P) 250 = 1.125.899.906.843.624
Exa (E) 260 = 1.152.921.504.607.870.976
Zeta (Z) 270 = 1.180.591.620.718.458.879.424
Yotta (Y) 280 = 1.208.925.819.615.701.892.530.176

Atenção: Devemos ter muito cuidado para não cometermos falsos arredondamentos. 65.536, por exemplo, representa, em binário, 64 K (e não 65 K, como parece), assim como 157.286.400 representa 150 M (e não 157 M). Tome muito cuidado!

Base hexadecimal

Desde o surgimento dos primeiros microprocessadores, as palavras binárias de dados manipuladas eram múltiplas do nibble. Sendo assim, uma outra base numérica passou a ser amplamente utilizada — a base 16 (hexadecimal) —, uma vez que o maior valor numérico que poderia ser atribuído a um nibble era 16. Dessa forma, temos:

Valor decimal Valor Binário Valor Hexadecimal
0 000 0
1 0001 1
2 0010 2
3 0011 3
4 0100 4
5 0101 5
6 0110 6
7 0111 7
8 1000 8
9 1001 9
10 1010 A
11 1011 B
12 1100 C
13 1101 D
14 1110 E
15 1111 F

Como você pôde observar, cada algarismo hexadecimal estará sempre representando 4 bits. Assim, F12AC é um número de 20 bits, como 129D3E12 é um número de 32 bits. A adoção da base hexadecimal para representação de números que, na verdade, estavam sendo manipulados em binários, foi quase imediata, uma vez que é muito mais fácil para o programador trabalhar com números em hexadecimal do que em binário. Imagine escrever uma soma de dois números de 32 bits! Haja tanto 0 e tanto 1! Ora, é muito mais fácil e cômodo escrever 123A do que 0001001000111010! Assim, a possibilidade de erros por parte do operador diminui bastante. Em hexadecimal, cada número de 32 bits tem somente oito algarismos, tornando o trabalho de representação muito mais fácil e, sem dúvida alguma, seguro. Trabalhando com números binários, pessoas facilmente acabam por trocar um “0” por um “1” em algum momento.

Começamos a ter um grande problema. Se você visse “10” estampado em algum lugar, que valor você atribuiria a ele? Dependeria da base em que o mesmo está representado. No nosso caso, teríamos de saber se esse número está em decimal, binário ou hexadecimal, pois os valores absolutos em decimal seriam 10, 2 e 16, respectivamente. Dessa forma, precisaremos ter algum indicador de base numérica. Em informática, o mais comum é usar o símbolo “$” (dólar) ou a letra “b” para números em binário, por exemplo, $1011 ou 101”b, e a letra “h” para números em hexadecimal, por exemplo, 12h. Assim, 10 vale $1010 ou Ah.

O byte é a palavra binária mais utilizada, por diversos motivos. O principal deles é o fato de que os microprocessadores se tornaram populares e passaram a ser usados em larga escala quando surgiram os modelos de oito bits, nos anos 70, sendo que esses modelos de processadores foram largamente utilizados nas mais diversas aplicações por mais de 10 anos. Devemos tomar alguns pequenos cuidados na hora de representar a abreviação de byte, a fim de que não haja confusão com a abreviação de bit. Enquanto abreviamos bit com “b” (b minúsculo), abreviamos byte com “B” (b maiúsculo). Assim, 1 KB é a representação de um kilobyte (1.024 bytes = 8.192 bits), enquanto 1 Kb é a representação de um kilobit (1.024 bits).

Fim do Bios e início da era UEFI?

UEFI iniciará domínio sobre o BIOS em 2011, afirma grupo
Tenho certeza que um dos componentes mais velhos em seu PC, em termos de tecnologia, é o BIOS. Mas acalme-se: em breve ele será substituído por uma alternativa mais eficiente. O BIOS (Basic Input/Output System) será sucedido pelo UEFI (Unified Extensible Firmware Interface), segundo o grupo responsável pelo formato em entrevista à BBC, com base nos contatos que teve com fabricantes.

Alguns fabricantes de dispositivos embarcados já usam o sistema, mas agora é esperado que o UEFI se torne popular em breve, como dito também pela MSI em junho. O BIOS é parte integrante de qualquer computador desde que ele se inicializa até que o sistema operacional assuma o controle. O grande problema é que o BIOS é o mesmo há 25 anos, e não foi desenvolvido pensando a longo prazo, prejudicando o desempenho em sistemas modernos.

A especificação UEFI foi originalmente desenvolvida pela Intel, mas desde então tem evoluído para um padrão geral a partir das versões anteriores. O fórum UEFI é uma organização sem fins lucrativos que assume a responsabilidade pelo gerenciamento e promoção da especificação, com o objetivo de substituir o idoso BIOS. Para os consumidores, a grande vantagem é que o UEFI poderá acelerar o processo de inicialização da máquina.

Mark Doram, líder do ‘UEFI Forum’, disse que atualmente você leva em média de 25 a 30 segundos entre apertar o botão apra ligar o PC e ver o sistema operacional ser carregado. Com o UEFI, esse tempo é reduzido para somente alguns segundos – não chega a ser instantâneo ainda, mas é muito mais veloz que o BIOS atual.

Tire o fundo das imagens no Office 2010

03/10/2010 Comentários desligados

Office 2010

Recurso do Office 2010 dispensa o uso de programas gráficos para remover plano de fundo de imagens

Entre os novos efeitos do Office 2010, outro destaque é a remoção do fundo de imagens. Ele é perfeito para documentos ou apresentações nas quais o texto deve ficar junto ao elemento principal da foto. Quem já teve de fazer isso provavelmente utilizou um editor de imagens para cortar o fundo. No Office 2010, para fazer a remoção do fundo de uma imagem, clique nela, acesse a guia Ferramentas de Imagem e pressione Remover Plano de Fundo. O Office tenta detectar inicialmente as seções de fundo da imagem. Aumente ou reduza o retângulo para delinear a área que contém a figura principal da imagem. Se isso não funcionar, pressione Marcar Áreas para Manter e clique em pontos da figura central que não tiverem sido detectados pela ferramenta, até que ela inclua essa seção da imagem na área a se mantida. O botão Marcar Áreas para Remover faz o oposto, eliminando seções do fundo que foram mantidas erroneamente. Depois de obter um corte aceitável, pressione Aplicar, e pronto.

Fonte: http://info.abril.com.br/dicas/escritorio/pacotes/tire-o-fundo-das-imagens-no-office.shtml

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Ubuntu 10.10 RC é lançado

Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat

Ubuntu postou a versão RC (Release Candidate), ou seja, uma versão candidata à ser a 10.10 final, que por sua vez será publicada no dia 10 de outubro, ou “o dez perfeito”, como disse Mark Shuttleworth, afinal será 10/10/10.

Atualização do GNOME para a versão 2.32; Shotwell em substituição ao F-Spot como gerenciador de fotos padrão; atualização no Gwibber para o novo sistema de autenticação do Twitter; revitalização do visual do Ubuntu Software Center, incluindo as visualizações “Destaques” e “O que há de novo?”, e melhores descrições dos pacotes; novo design, incluindo temas, ícones e papel de parede novos, além de boot ainda mais rápido; e uma repaginada no Ubuntu One.

No Kubuntu, houve a integração das imagens Desktop e Netbook em uma só; as interfaces Plasma Desktop ou Plasma Netbooks serão carregadas automaticamente de acordo com o tamanho de sua tela; alteração do navegador padrão para o Rekonq, baseado em WebKit; servidor padrão de som com o PulseAudio; atualização da plataforma KDE para a versão 4.5.1, e Qt 4.7.

No Ubuntu Netbook Edition agora a interface Unity é padrão; no Xubuntu, ocorreu atualização do XFCE para a versão 4.6.2, e alterações/trocas de vários aplicativos. Já debaixo do capô, há o kernel Linux 2.6.35.4, GCC 4.4.5 (padrão) / 4.5.1 (opcional), eglibc 2.12.1 e Python 2.6.6 (padrão) / 3.1.2 (opcional).

Você pode fazer o download da versão RC da 10.10 “Maverick Meerkat” aqui.

Fonte: http://www.guiadohardware.net/noticias/2010-10/ubuntu-1010rc.html