Arquivo

Archive for março \31\UTC 2011

Um mini-review do Firefox 4 para o Android

Depois de muito tempo de desenvolvimento, o Firefox 4 para o Android finalmente chegou às prateleiras. Se você chegou a testar o Fennec Alpha e desistiu de usá-lo devido à interface inacabada, vale à pena dar mais uma olhada na versão final. Ele é ainda bem mais pesado que a média entre os navegadores para o Android, mas o desempenho já está bem melhor que o das versões de testes e ele inclui um punhado de recursos que podem interessar.

Em tempo de carregamento, o Firefox fica bem próximo do Android Browser na maioria das páginas, mas ele já está se saindo bem melhor nos testes do SunSpider. Em um Nexus One com o Froyo, por exemplo, o tempo de carregamento é quase 50% mais baixo no FF4. O scroll das páginas também se tornou muito mais liso, as funções de zoom estão funcionando muito melhor e a engine de renderização recebeu muitas melhorias em relação aos betas.

O grande problema é a multitarefa com outros aplicativos, combinada com o longo tempo de carregamento. O motivo para isso é o fato de o FF4 ser muito pesado, consumindo de 50 a 80 MB de memória, de acordo com o dispositivo. Com várias abas abertas, o total consumido pode superar os 100 MB, o que é bem mais do que a memória total livre em muitos modelos antigos. Como resultado, o sistema quase sempre fecha o Firefox automaticamente ao chavear para outro aplicativo, te obrigando a aguardar por um novo carregamento do navegador ao voltar. As páginas são recarregadas automaticamente e você continua do ponto em que parou, mas dependendo do número de páginas abertas a demora pode ser considerável… Devido ao grande uso de memória, ele não é suportado em aparelhos antigos como o Motorola Milestone, exibindo um aviso na inicialização. O navegador não lhe impede de tentar mesmo assim, mas você verá travamentos e outros sintomas estranhos durante o uso.

Tomando apenas os recursos básicos do navegador, seria difícil considerar a adoção do FF4 como navegador principal, a interface é boa, a performance não é ruim, mas o longo tempo de carregamento e o enorme consumo de memória realmente o transformam em um cidadão de segunda classe. Entretanto, um recurso extra pode fechar o negócio para muitos: o FF4 é capaz de sincronizar com o FF4 para desktops, basta criar uma conta no dekstop e em seguida digitar um código de segurança no Android. Ele não sincroniza apenas os bookmarks, configurações, senhas e etc., mas também permite acessar as abas abertas no desktop, permitindo que você continue a navegação de onde parou, uma ferramenta poderosa para quem pretende realmente produzir usando o smartphone.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-03/ff4and.html

2011 03 31

 

 

Anúncios

IDC: em 2015, Android será o primeiro, Windows Phone o segundo, e iPhone o terceiro

Samsung Galaxy S, com Android

Mais de 450 milhões de smartphones serão vendidos em 2011, um aumento considerável em relação aos 303,4 milhões de unidades vendidas em 2010. Além disso, o mercado de smartphones vai crescer mais de quatro vezes mais rápido que o mercado de telefonia móvel no geral: 49,2% em 2011, já que mais consumidores e usuários corporativos trocam seus feature phones por smartphones, segundo a International Data Corporation (IDC).

Ano passado, o Android ficou em segundo lugar. Este ano, vai levar o troféu de primeiro colocado e ainda continuar a crescer constantemente pelo menos até 2015. Os fabricantes que apostaram no Android como sistema operacional principal em smartphones tiveram bons resultados no ano passado, mas os próximos anos parecem mais promissores.

Entretanto, o mais surpreendente da notícia é a expectativa da IDC para o acordo entre a Microsoft e a Nokia. Até o lançamento do Windows Phone 7 no ano passado, a Microsoft estava perdendo quota de mercado. A nova aliança, no entanto, vai resultar em uma segunda colocação em 2015, segundo a pesquisa. Como o Symbian será basicamente deixado de lado, vai rapidamente cair para os últimos lugares.

O analista de pesquisa sênior da IDC, Kevin Restivo, disse que “o crescimento global do mercado em 2010 foi excepcional. O alto crescimento no mercado ano passado foi devido em parte à demanda reprimida de um ano difícil em 2009, quando muitos compradores evitaram aquisições de celulares. O crescimento do mercado previsto para 2011, enquanto ainda notável, será um pouco menor que 2010”.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-03/smartphones-2015.html

2011 03 31

 

Android agora conta com cobrança de itens virtuais dentro das apps

O Google anunciou em janeiro que o Android teria recurso para as apps venderem “conteúdo” ou “itens digitais”, com cobrança na conta em uso do Android Market. Basta um clique dentro de uma app, sendo um processo bastante fácil – e atrativo, afinal tanta gente fica gastando dinheiro com joguinhos virtuais… De centavos em centavos os desenvolvedores enchem o bolso.

Pois bem, o recurso foi lançado ao público na terça-feira. Várias apps já contam com o novo sistema, incluindo Tap Tap Revenge, Comics, Gun Bros, Deer Hunter Challenge HD, WSOP3 e Dungeon Defenders: FW Deluxe.

Os desenvolvedores contam com uma página de ajuda especial para implementação desse recurso, além de uma aplicação de exemplo.

A App Store da Apple conta com o recurso de compra dentro de aplicativos desde 2009, e o BlackBerry App World suporta isso desde setembro do ano passado. É uma forma dos desenvolvedores fidelizarem usuários conquistando dinheiro ao longo do tempo, enquanto que o proprietário da plataforma – Google, no caso – também leva o seu.

No caso da Apple, uma atualização recente no iOS 4.3 solicita a senha do usuário ao fazer as compras. Antes o processo era liberado diretamente, gerando inúmeras reclamações – incluindo desconfianças dos aplicativos e uso indevido por crianças. A FTC (Federal Trade Commission) estava de olho na Apple, mas a mudança foi bem recebida – fazendo login para autorizar as compras virtuais evita acidentes ou abuso de alguns aplicativos. Pela tela divulgada pelo Google, no Android parece ser o mesmo esquema. Era o recurso que faltava no Android Market.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-03/android-app-billing.html

2011 03 31

 

Lançado Firefox 4 para Android e Maemo

Há alguns dias foram publicadas as versões RC do Firefox 4 para Android e Maemo. Agora as versões finais foram lançadas. Boa parte dos recursos são conhecidos da versão de desktops, basicamente adaptados para telas pequenas com diferenças significantes, mas a essência está lá. Navegação em abas, favoritos, sincronização com um serviço gratuito da Mozilla, etc.

A sincronização serve para quase tudo, indo de dados de formulários, favoritos e nomes de usuário/senhas até as abas abertas. Vale tanto para os desktops como para as versões mobile.

Segundo a Mozilla, no Android o navegador dela é cerca de 3 vezes mais rápido do que o navegador nativo fornecido pelo Google, especialmente ao considerar o motor Javascript.

O Firefox 4 Mobile ainda pode salvar páginas como PDF, oferece acesso rápido ao histórico, favoritos e abas abertas, permite trocar o motor de pesquisa e pode ser expandido por meio de extensões.

Ele pode ser pego no Android Market ou no site da Mozilla, nesse caso para Maemo.

No Maemo a compatibilidade fica para o N900. No Android 2.x vários dispositivos foram testados.  Ele requer um processador ARM v7, não funciona bem com vários modelos que usam o ARM v6. E ainda assim, em alguns casos enfrenta problemas específicos mesmo em alguns aparelhos que em teoria deveriam ser suportados, por isso vale a pena ver o wiki.

O Firefox tem um grande domínio nos desktops. Está entrando pra valer agora no ramo de smartphones, vamos ver se consegue superar o Opera – um dos menos usados nos desktops, mas em contrapartida, líder em recomendações para celulares e smartphones. O legal do Opera, além dos recursos, é que ele pode rodar em muitos celulares básicos com sua versão Mini, área em que outros produtores de navegadores não demonstram muito interesse.

Fonte: Hardware.com e Internet

2011 03 31

 

Nem todo mundo vê imagens em 3D

As imagens tridimensionais que são transmitidas em cinemas ou televisores 3D funcionam da seguinte maneira: duas imagens são geradas simultaneamente, passam pelos óculos, que as separam para que cada olho enxergue apenas uma delas. No cérebro, ocorre o processo da fusão binocular, momento em que as imagens são unidas e geram a sensação tridimensional.

Mas você sabia que nem todas as pessoas do planeta conseguem enxergar as imagens tridimensionais? Justamente porque possuem dificuldade em realizar a fusão binocular, as imagens não chegam ao cérebro da maneira correta.

A visão binocular é, em suma, o nome dado à visão somada dos dois olhos. Há uma série de vantagens geradas por este tipo de visão. Pessoas com problemas sérios em um dos olhos, por exemplo, podem continuar enxergando, pois se um dos olhos estiver em condições, o outro passa a ser menos requisitado.

Isto acontece com frequência em pacientes que apresentam uma das doenças recorrentes do estrabismo, como a ambliopia (também conhecida como doença do ‘olho preguiçoso’). Este tipo de paciente costuma possuir um dos olhos em condições aceitáveis para a visão, mas o outro funciona apenas como acessório.

Segundo o Doutor José Joaquim Junior (médico oftalmologista da Clínica de Olhos José Joaquim Junior, em Curitiba), problemas na visão binocular têm como principal consequência a perda de noções de profundidade e também a redução na angulação total do campo de visão natural (que para um ser humano com visão perfeita, chega a um arco de 200 graus). E, como você já deve ter reparado, noções de distância e profundidade dos objetos são de extrema importância para que não saiamos tropeçando pela casa ou pelas ruas. Esta sensação é chamada de estereopsia (visão estéreo), principal mecanismo dos olhos para a fusão das imagens no cérebro.

Como você já deve ter percebido, os conceitos inseridos neste artigo não dizem respeito apenas à anatomia ocular e à oftalmologia, mas também à tecnologia aplicada aos cinemas e televisores 3D. Afinal de contas, é com muitos estudos sobre a visão que os engenheiros conseguem produzir aparelhos capazes de gerar imagens tridimensionais para seus usuários.

Os óculos 3D são responsáveis por facilitar o processo da visão binocular, pois em vez de serem enxergadas imagens semelhantes nos dois olhos, cada um deles irá receber uma imagem diferente (como pode ser visto em óculos com lentes ciano-magenta). Assim, cada um dos olhos será responsável pela captação de partes pré-determinadas da imagem.

Com cada globo ocular captando imagens diferentes, o processo de fusão será feito de um modo programado. Deste modo, mesmo estando em planos bidimensionais, os vídeos podem ser percebidos de maneira tridimensional.

E quem não enxerga em 3D?
Como já foi dito, quando os olhos não estão alinhados perfeitamente, a estereopsia é afetada e, consequentemente, a fusão fica debilitada. O Doutor José Joaquim Junior afirma que quanto maior o desvio ocular do paciente, menor será a capacidade de fusão. Resumindo, a grande maioria dos pacientes com estrabismo moderado ou grave não pode enxergar as três dimensões.

Mesmo após cirurgias para correção do problema, os pacientes estrábicos não conseguem resolver a falha na fusão ocular. Isso acontece porque as cirurgias de estrabismo são procedimentos estéticos, e a imagem captada continua sendo formada com desvios no interior dos olhos.

Então os óculos não servem para nada?
Na verdade, eles servem sim. Mesmo que você não possa enxergar as três dimensões dos filmes, é importante utilizar os óculos para que as imagens não sejam vistas de maneira duplicada. As duas lentes dos óculos 3D fazem a junção da imagem no seu cérebro, mas a estereopsia não age com total eficiência, por isso a profundidade é menos percebida.

Vale lembrar que este problema não é raro e uma boa parcela da população mundial não consegue enxergar a profundidade enviada pelos televisores e telões.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/mundo-em-3d/noticias/0,,OI5026713-EI17669,00-Entenda+por+que+nem+todos+enxergam+as+imagens+em+D.html

2011 03 30

iPad 2 está esgotado na Austrália, Itália, Reino Unido e Canadá

As longas filas ao redor do mundo e os anúncios de produtos esgotados podem ser estratégia de marketing da Apple

O iPad 2 foi lançado em 25 países na última sexta-feira e – assim como aconteceu nos Estados Unidos – já está esgotado em vários locais. De acordo com o Mac Stories, a Apple Store online indica uma demora de três a quatro semanas para a entrega na maioria dos países e as revendas autorizadas também não possuem mais unidades do tablet para vender.

O Daily Mail afirma que o iPad 2 estava esgotado no Reino Unido na manhã do sábado e o mesmo foi reportado na Itália, Canadá e Austrália. A Apple não informou os números oficiais de vendas do tablet mundialmente, mas pode-se acreditar que não venderam mal.

O Mac Stories lembra que há boatos dizendo que as longas filas ao redor do mundo e os anúncios de produtos esgotados fazem parte da estratégia de marketing da Apple, que está com problemas na produção em larga escala do iPad 2. Seja verdade ou não, a melhor forma de comprar um iPad 2 (se você estiver em um dos países onde o tablet já é vendido) é esperar a entrega da Apple Store Online ou ir até uma Apple Store física e perguntar.

Ainda não há notícias sobre o início das vendas da segunda geração do iPad no Brasil.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5034494-EI12882,00-iPad+esta+esgotado+na+Australia+Italia+Reino+Unido+e+Canada.html

2011 03 30

Presença do Android no mercado de smartphones sobe de 9% para 33%

Consumidores passaram a prestar mais atenção ao sistema operacional de seus celulares e a dar menos importância à marca.

Nos últimos 12 meses a participação do Android no mercado de smartphones aumentou 24 pontos percentuais, indo de 9% para 33%, afirma estudo conduzido pelo instituto TNS. A satisfação com o sistema operacional da Google também é alta: 49% dos clientes pretendem que seu próximo celular rode o sistema Android.

O índice é semelhante ao do iOS, do iPhone, que ficou pouco à frente, com 51%. Symbian e Windows Mobile, por outro lado, ficaram com 31% e 30%, respectivamente.

De acordo com a pesquisa, não só o software, como o conteúdo e os aplicativos presentes nos celulares, têm sido mais notados. Um em cada quatro consumidores avalia tais fatores antes da compra, por considerá-los indispensáveis. Já a marca do aparelho, embora muitos ainda a considerem relevante – 44% dos entrevistados em países desenvolvidos e 77% dos usuários de mercados emergentes – deve, aos poucos, perder força na lista de prioridades.

Recursos

A câmera digital, por já estar presente na maioria dos celulares, não foi citada como um dos principais fatores a serem verificados antes da compra. Os recursos para smartphones mais comentados pelos consumidores foram videoconferência (54%), TV ao vivo, (50% e 70% nos mercados da Ásia, Oriente Médio, África e América do Sul), streaming de vídeo (48%) e compartilhamento de conteúdo (24%).

O alto índice de clientes que mencionaram recursos de vídeo, apesar de não o utilizarem, mostra em que área as grandes empresas deverão investir nos próximos anos. Outro destaque, segundo o instituto, é a penetração das redes sociais entre os usuários de celulares. Há um ano, 30% deles utilizavam o dispositivo para acessar portais como Facebook e Twitter. Esse índice subiu quase 50% este ano, chegando a 46%.

Por fim, a pesquisa conclui que os consumidores consideram os tablets capazes de complementar ou mesmo substituir a experiência do PC. Porém, não competem no mesmo mercado que os smartphones.

Para o estudo, a TNS entrevistou 34 mil pessoas em 43 países, incluindo o Brasil.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2011/03/29/presenca-do-android-no-mercado-de-smartphones-sobe-de-9-para-33-em-um-ano/

2011 03 30