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Archive for fevereiro \25\UTC 2011

Publicado SP1 do Windows 7 e Server 2008 R2

a MS publicou o Service Pack 1 do Windows 7 e Server 2008 R2. Entusiastas já devem ter conseguido o arquivo antes, como assinantes da TechNet e MSDN (ou por meios não oficiais), mas a liberação ao público em geral foi feita hoje.

Usuários finais que querem pegar toda a leva de atualizações lançadas até então, mais algumas extras, podem baixar o SP1 em:

http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=c3202ce6-4056-4059-8a1b-3a9b77cdfdda&displayLang=pt-br

Para quem tem um computador só pode valer a pena baixá-lo pelo Windows Update. O arquivo de instalação completo tem quase 2 GB e pode ser usado em ilimitados computadores, valendo a pena para quem tem mais de um, sem precisar baixar tudo de novo pelo Windows Update em cada máquina.

O arquivo é o mesmo para o Windows 7 e para o Server 2008 R2, já que são sistemas que mantém as mesmas bases. No Windows 7 o SP1 não traz novos recursos, apenas correções e atualizações pequenas. No Server 2008 R2 ele apresenta duas coisas novas: Dynamic Memory no Hyper-V e RemoteFX.

Fonte: Internet

2011 02 25

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Android ultrapassará a ‘Nokisoft’.

As vendas de smartphones cresceram de cerca de 177 milhões de unidade em 2009 para 302 milhões em 2010, um aumento de 71%, segundo dados da ABI Research. Ao mesmo tempo, a participação da Nokia no mercado de celulares caiu de 39% para 33%, enquanto a fatia de diversos fabricantes dominados pelo sistema Android foram de 4% para 24%, afirma a empresa de pesquisas de mercado.

Com o ‘boom’ do Android, o número de fabricantes de portáteis com significante fatia no mercado de smartphones aumentou em 2010. Mas, indo contra a maré, a Nokia decidiu deixar de lado as vantagens do MeeGo e do Android em favor do Windows Phone – teremos que ver daqui algum tempo como o WP7 tem se comportado no mercado.

O analista sênior da ABI, Michael Morgan, disse que “a Motorola tem fixado a sua estratégia de recuperação em torno do Android. Como concorrentes inundam o ecossistema Android, a Motorola quer se tornar conhecido como a fabricante que traz aparelhos com Android para os negócios. Enquanto isso, a Samsung está esperando que possa converter os seus clientes de feature phones para os smartphones, tendo como base tanto o Bada quanto o Android. E a Nokia agora se moveu para uma estratégia puramente baseada em sistema proprietário.”

Morgan afirma que enquanto as fabricantes que escolheram o Android tiveram sucesso, elas dependem de suas redes de distribuição e operadoras. Para várias pessoas, a oferta de aparelhos com Android é cada vez mais associada com a operadora: “as melhorias específicas dos fabricantes ao Android ainda não criaram uma diferenciação clara na mente dos consumidores. As fabricantes que adotam o Android como uma plataforma essencial devem produzir inovações significativas, ou correr o risco de perder significância”, disse Morgan.

Enquanto a ABI afirma que os Androids tirarão fatia da Nokia no mercado, é de se pensar o “lado da Nokia” em se associar com a Microsoft. Talvez nesse oceano de fabricantes com Android, a Nokia se diferencie de todo mundo com o WP7 – desde que mais um oceano de smartphones com esta plataforma não apareça. Mas é fato que, no acordo com a Microsoft, a Nokia espera oferecer personalizações exclusivas na interface.

Fonte: Internet

2011 02 25

Qt para Android

Veja também em http://sourceforge.net/p/necessitas/home/

Há um projeto independente para portar a biblioteca Qt para Android. Ainda em estágio alpha, o desenvolvimento anda acelerado e parece que dará certo.

O autor (Bogdan Vatra) deu o nome Necessitas Suite. A Nokia não recomenda o uso do nome ‘Qt’ em projetos derivados, e ele não recebeu retorno do Google sobre o uso do termo ‘Android’. Qt for Android, de fato, seria um nome interessante mas implicaria em algo oficial.

O projeto inclui o Ministro, um serviço que provê acesso global às bibliotecas e facilita sua instalação; o Qt framework em si; e o Qt Creator para Android.

A API não está estável ainda, mas atingiu um bom ponto para desenvolvedores começarem a usá-la. Uma vez portadas as apps, elas poderiam ser usadas em qualquer Android com o pacote da biblioteca instalado, o que poderia ser checado automaticamente ao abrir o aplicativo. Se o serviço responsável não existisse, o Android Market seria aberto já com a pesquisa para o software necessário.

Naturalmente nem toda aplicação em Qt poderia rodar num smartphone, já que há limitações no tamanho da interface e quantidade dos controles visíveis. Mas para quem está familiarizado com as APIs e recursos dela, é uma ótima oportunidade de criar apps usando ferramentas diferentes para o Android.

Uma vez que a Nokia não tem a mínima intenção de apoiar o Android, resta ver se essas ferramentas alternativas conseguirão sobreviver.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-02/android-2.html

2011 02 25

Microsoft anuncia planos para um SDK do Kinect

Quando o Kinect foi lançado em novembro do ano passado, a comunidade hacker desenvolveu drivers não-oficiais para PC e começaram a brincar com vários usos alternativos para o dispositivo, mostrando interfaces ao estilo Minority Report e chats por vídeo holográfico. A Microsoft não achou graça no começo, mas rapidamente viu que ‘hackear’ o Kinect era algo positivo, e prometeu não tomar medidas legais contra aqueles que usam o Kinect não apenas para jogar.

Agora a empresa está tomando mais um passo em anunciar planos de lançar um kit de desenvolvimento de software (SDK) oficial para o Kinect até o meio do ano. Segundo a Microsoft, esta é uma parte de sua estratégia de incentivo aos desenvolvedores, e para tornar “mais fácil para a pesquisa acadêmica e para as comunidades entusiastas criarem experiências ainda mais ricas usando a tecnologia Kinect.” A primeira versão do SDK é esperada para junho, e será oferecida somente a voluntários que queiram ‘doar’ seus programas gratuitamente.

Essa versão “starter” não comercial do SDK dará aos usuários acesso à informações do sistema Kinect, como funcionamento do áudio, interface, controle direto do sensor, etc. A Microsoft disse que planeja lançar uma versão comercial mais a frente, para as pessoas que desejarem vender seus aplicativos, embora a empresa não tenha dado prazos.

Fonte: http://www.hardware.com.br/noticias/2011-02/kinect-sdk.html

2011 02 25

 

Beija-flor robô dá show de destreza

A empresa norte-americana AeroVironment apresentou hoje um beija-flor robô que voa quase com a mesma destreza do pássaro de verdade.

O beija-flor robô mede 16 centímetros, pesa 19 gramas e atinge até 18 km/h.

Batizado de Nano Hummingbird (Nano Beija-Flor), a pequena ave mecânica é um feito inédito na área da robótica, ao voar usando asas inspiradas nas asas dos pássaros.

A aerodinâmica e o impulso gerados pelas asas dos pássaros são muito mais complexos do que os dos aviões e helicópteros, ou qualquer outro aparelho já feito pelo homem, que voam usando asas rígidas para dar a sustentação e hélices ou outro tipo de propulsão para gerar a impulsão.

Projetos anteriores, como o de um pássaro-robô, não alcançam o nível de destreza do Nano Beija-Flor.

Beija-flor robô

O beija-flor robô mede 16 centímetros, pesa 19 gramas e atinge até 18 km/h. Suas baterias recarregáveis proporcionam uma autonomia de voo de 8 minutos.

Comandado por controle remoto, o pássaro robótico imita bem o beija-flor de verdade, podendo pairar, voar lateralmente, para a frente e para trás e girar no sentido horário e anti-horário.

Uma câmera em seu pescoço transmite imagens em tempo real para o operador, permitindo que o robô explore locais fora do alcance visual de quem o controla – observe o canto superior esquerdo no vídeo abaixo.

A estabilidade de voo também é excelente – no vídeo de demonstração é possível vê-lo voando em ambientes abertos e fechados, e passando de um para o outro.

O desenvolvimento do Nano Beija-Flor começou em 2006 e custou US$4 milhões, financiado pelos militares, que planejam usá-lo para espionagem.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=beija-flor-robo&id=010180110218&ebol=sim

2011 02 25

Brasil produz 0,03% da nanotecnologia mundial

O mercado brasileiro de produtos com base em nanotecnologias desenvolvidas originalmente no país, somou no ano passado cerca de R$ 115 milhões.

A pesquisa, feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), não considera as tecnologias trazidas de matrizes para aplicações no país e nem os produtos importados.

O presidente do Conselho Empresarial de Tecnologia da Firjan, Fernando Sandroni, disse que o mercado de produtos nanotecnológicos desenvolvidos no Brasil ainda é ínfima em relação à estimativa de negócios gerados pela nanotecnologia no mundo em 2010, da ordem de US$ 383 bilhões.

Isto coloca o Brasil responsável por 0,03% da produção mundial de nanotecnologia.

Incentivos para a nanotecnologia

Sandroni acredita, entretanto, que o potencial de crescimento é muito grande, considerando-se que a nanotecnologia é incentivada pelo governo federal devido à sua importância para o setor produtivo nacional.

O tema está incluído no Plano de Ação 2007/2010: Ciência, Tecnologia e Inovação (Pitce) e na Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP).

“O próprio governo elegeu a nanotecnologia como um campo de atuação tecnológica prioritário para ser atendido pelos programas federais”, disse.

Para dinamizar o setor, com um maior desenvolvimento de tecnologias nacionais, Sandroni afirmou que serão necessárias avaliações de mercado mais aprofundadas: “A Firjan mostrou que há um caminho a ser trilhado”.

Segundo o executivo, é preciso também que se verifique se os estímulos que estão sendo dados estão corretos: “Essa é uma avaliação que o próprio governo tem que fazer, em termos dos recursos que ele está colocando e quais são os impactos. Porque isso tudo ainda é muito novo no país”.

Sandroni ressaltou a importância, em 2011, de se verificar como o corte de recursos atingirá o Ministério da Ciência e Tecnologia (MC&T), afetando os diversos campos de pesquisa e os estímulos para a própria nanotecnologia.

Empresas de nanotecnologia no Brasil

Com base em dados do MC&T do ano passado, existem no Brasil em torno de 150 empresas que desenvolvem algum produto ou prestam serviços a partir de conhecimentos em nanotecnologia.

Elas englobam empresas especializadas na produção de nanomateriais, como as nanopartículas; empresas com foco na fabricação de produtos intermediários, entre os quais revestimentos e tecidos; e companhias que visam ao consumidor final e se dedicam a produtos dos ramos de cosméticos e roupas, entre outros segmentos.

Sandroni disse que as principais áreas de aplicação da nanotecnologia no Brasil são a indústria farmacêutica e de cosméticos.

Apesar disso, destacou que a nanotecnologia permeia atualmente toda a indústria de transformação, porque está muito ligada à área de materiais, atingindo outros setores específicos. “Portanto, é um campo em que a gente tem que acordar e investir”.

O desenvolvimento de nanotecnologias nacionais pode vir, inclusive, no futuro, a baratear produtos para o consumidor final. Por isso, é preciso que haja uma produção eficiente e nacional. “Porque só assim você pode ter um equilíbrio de preços em face do mercado internacional”, prevê Sandroni.

Capacitação em nanotecnologia

Ele apontou que o país terá que fabricar produtos derivados da nanotecnologia, porque isso atingirá cada vez mais a matriz industrial brasileira.

A capacitação dos quadros técnicos é uma das exigências para o desenvolvimento da nanotecnologia no Brasil.

“Basta ver o que está acontecendo na área de engenharia. Basta o Brasil crescer um bocadinho e todo mundo diz logo: está faltando engenheiro,” avaliando que o problema de formação de quadros especializados é geral no país e, certamente, vai atingir a nanotecnologia.

Daí a necessidade de cursos de capacitação em nanotecnologia. “Espero que esse seja um processo contínuo e crescente,” concluiu.

Fonte: Inovação tecnologia

2011 02 24

Rádio de mão-dupla dobra velocidade de redes wireless

A comunicação por radiofrequência é uma via de mão única, o que obriga os interlocutores a combinarem uma forma de definir a hora de cada um falar.

Nova forma de fazer com que o equipamento que está transmitindo filtre sua própria transmissão, o que o torna capaz de processar o que está sendo recebido naquele mesmo instante

Ao dizer “Câmbio” (over, em inglês), no caso de comunicação via rádio frequência (pilotos, profissionais de emergência, radioamadores e usuários de walkie-talkies), passa-se a palavra para o outro. O tráfego das ondas de rádio pode fluir apenas em uma direção de cada vez em uma frequência específica.

Ao trocar dados, um equipamento envia uma espécie de “câmbio binário” para que o equipamento receptor saiba que todos os dados já chegaram e que ele pode responder.

As redes de telefonia celular permitem que os usuários falem e ouçam ao mesmo tempo, mas elas usam uma forma de contornar essa deficiência que é caro e exige um planejamento cuidadoso, uma técnica menos viável para as outras redes sem fio, incluindo as Wi-Fi.

Agora, engenheiros da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram os primeiros rádios capazes de enviar e receber sinais simultaneamente.

O impacto da descoberta é imediato: ela equivale a dobrar a velocidade na troca de informações de qualquer tecnologia sem fio.

“Os livros didáticos dizem que você não pode fazer isso,” afirma Philip Levis, coordenador da pesquisa. “Este sistema reconstrói completamente todos os nossos pressupostos sobre como as redes sem fio podem ser projetadas.”

Os cientistas descobriram uma forma de fazer com que o equipamento que está transmitindo filtre sua própria transmissão, o que o torna capaz de processar o que está sendo recebido naquele mesmo instante.

“Quando um rádio está transmitindo, a sua própria transmissão é milhões, bilhões de vezes mais forte do que qualquer outra coisa que ele possa ouvir [de outro rádio],” explica Levi. “É como tentar ouvir um sussurro, enquanto você mesmo está gritando.”

Como cada transmissor sabe exatamente o que está transmitindo, não é necessário nenhum processamento adicional para que ele saiba o que filtrar – o processo é similar ao usado nos fones de ouvido para cancelar os ruídos externos.

O grupo está agora tentando aumentar a potência das transmissões e as distâncias que a técnica alcança. Estas melhorias serão necessárias antes que a tecnologia seja prática para uso em redes Wi-Fi, por exemplo.